Portuguese poem
Desque fordes juntas duas
by Álvaro de Bragança (?–1504)
Do conde dom Alvaro que mandou a hũa senhora que era terçeyra em huuns seus amores.
Desque fordes juntas duas, vos he's'outra que sabees, por mym tanto lhe dyrees: o senhora, nam destruas Aquelle, que em maãos tuas encomenda seu esperyto, e manda per este escrito, que cousa nam fyque sua, que toda nam seja tua.
Resposta do coudel moor que foy rrequerido pola senhora que rrespondesse por ela.
Tres cousas querya nuas ante qu'ysso que dyzeys, que foram, nam duvideys dadas a fylha de fuas E vyesem assy cruas, pera fartar apetyto. ca neste mundo maldito ante qu'ele me destrua, quero me fartar de bua.