Portuguese poem
Fausto
Nas noutes brancas de lua É que se abrem as janellas! Vem vêr meus olhos escuros A sementeira d'estrellas!
Quem me dera a mim que fosse Para te poder fallar, O teu peito uma janella E o meu amor o luar!
Uma voz (cantando dentro)
As estrellas mais brilhantes, Entre as outras as primeiras, São os prantos de Maria E o suor das Oliveiras.
MEPHISTOPHELES (cantando n'uma guitarra)
O nosso bom arcebispo Perdeu a sobrepeliz, Uma vez em casa de... São cousas que o povo diz.