Portuguese poem
6 (E os sinos dobram a…)
by António Pereira Nobre (1867–1900)
E os sinos dobram a defuntos, Todos juntos! E os sinos dobram, todos juntos, A defuntos!
Que triste ver amortalhados! Senhor! Senhor! Que triste ver olhos fechados! Senhor! Senhor!
Que pena me fazem os amortalhados, Vestidos de preto, deitados de costas... E de olhos fechados! e de olhos fechados! E de mãos postas!
E os sinos dobram a defuntos, Dlin! dlang! dling! dlong! E os sinos dobram, todos juntos, Dlong! dlin! dling! dlong
Pariz, 1891.
*Terças-Feiras*
Ao Alberto