Portuguese poem
Xiii
by António Pereira Nobre (1867–1900)
Rezae, rezae, Senhoras por aquelle Que no Mundo soffreu todas as dores! Odios, traições, torturas,--que sabe elle! Perigos de agoa, e ferro e fogo, horrores! E que, hoje, aqui está, só osso e pelle, A espera que o enterrem entre as flores... Ouvi: estão os sinos a tocar: Senhoras de Lisboa! ide rezar.