Portuguese poem
Vi
by Augusto Gil (1873–1929)
A Eduardo Graça
Todas as coisas teem seu tempo e todas ellas passam debaixo do céu segundo o termo que a cada uma foi prescripto.
(Capit. III, v. 2).
Socega, coração attribulado, De toda a dôr se apaga todo o traço. Pois quanto ao mundo vem, traz já marcado O seu tempo e tambem o seu espaço...
E queira Deus, coração, Que esta hora de anciedade E de pranto e d'afflicção --Nunca te cause saudade!...