Portuguese poem
Allan Kardec
by Bezerra de Menezes (1831–1900)
Descem freqüentemente do céu estrelas Luminosas, que rompem as trevas, em Que jaz sepultada a humanidade terrestre.
Tu foste um destes luzeiros, a quem coube A excelsa missão de compendiar o divino ensino, Complementar da revelação messiânica.
Tua palavra não caiu em terreno estéril; Pois que de todos os ângulos do mundo surgem, Florescentes, os brotos da árvore que plantaste.
Rega – a com teus alentados fluidos, porque Não lhe sugam a seiva os espíritos das trevas.
Que as gerações presentes e futuras sigam ovantes, O rastro de luz, que deixaste para ensino da senda do Infinito.