Portuguese poem
V
Podesse-me eu prostrar, n'um meditado impulso, Ó gelida mulher bizarramente estranha, E tremulo depor os labios no seu pulso, Entre a macia luva e o punho de bretanha!...
Versos Portuguese Cesário Verde V
Portuguese poem
Podesse-me eu prostrar, n'um meditado impulso, Ó gelida mulher bizarramente estranha, E tremulo depor os labios no seu pulso, Entre a macia luva e o punho de bretanha!...