Portuguese poem
Lxv
Não tem direito, ninguem tal o diga, A abandonar-se n'um dormir profundo, Quem, tão grande passado, a tanto obriga, Quem tal papel desempenhou no mundo!
Versos Portuguese Fernandes Costa Lxv
Portuguese poem
Não tem direito, ninguem tal o diga, A abandonar-se n'um dormir profundo, Quem, tão grande passado, a tanto obriga, Quem tal papel desempenhou no mundo!