Portuguese poem
Lxxiv
Hão de ver, o que o mundo nunca vira: Surgir do mar a India abençoada, Acenando, de longe, á lusa armada, Em torres de esmeralda e de saphyra!
Versos Portuguese Fernandes Costa Lxxiv
Portuguese poem
Hão de ver, o que o mundo nunca vira: Surgir do mar a India abençoada, Acenando, de longe, á lusa armada, Em torres de esmeralda e de saphyra!