Versos Portuguese Fernando Pessoa A plácida face anônima de um morto

Portuguese poem

A plácida face anônima de um morto

by (1888–1935)

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Assim os antigos marinheiros portugueses, Que temeram, seguindo contudo, o mar grande do Fim, Viram, afinal, não monstros nem grandes abismos, Mas praias maravilhosas e estrelas por ver ainda.

O que é que os taipais do mundo escondem nas montras de Deus?