Portuguese poem
Por serdes milhor servida
by o Regedor Fernão da Silveira
Do coudel moor a hũa moça que lhe pedyo huns çocos e que fosse bom par de lavor.
Por serdes milhor servida, poys a perna tendes grossa, manday-me vos a medyda, eu farey todo o que possa.
E logo começareys, a medyr polo artelho, e desy polo joelho, e na coxa acabareys. E tambem quant'ee comprida, e o pee quanto ter possa, me amostre sa medyda, da perna galante vossa.