Portuguese poem
Cada vez que considero
by João Simões Lopes Neto (1865–1916)
Cada vez que considero, Que tenho um amor ingrato, Não sei como não me atiro Contra uma pedra e me mato!
Versos Portuguese João Simões Lopes Neto Cada vez que considero
Portuguese poem
by João Simões Lopes Neto (1865–1916)
Cada vez que considero, Que tenho um amor ingrato, Não sei como não me atiro Contra uma pedra e me mato!