Portuguese poem
Ó! Palmatória do Paroba
by João Simões Lopes Neto (1865–1916)
Ó! Palmatória do Paroba Ond’estás? Jazes no olvidio? Já não se ouve o teu zunido Ó! Palmatória do Paroba (Já tenho dores no ouvido! Não acho rimas em OBA) Ó! Palmatória do Paroba Onde estás? Jazes no olvidio?
Agora é outra cantata A tesoura é argumento Raspar o coco! Tormento! Agora é outra cantata E tendo na líndua — tento Ou fugir de tal batata Agora é outra cantata A tesoura é argumento.
Minha rosa perfumada Ó! Rosa cabelereira Me fazes sentir tonteira Minha Rosa perfumada; Porque — e vá inteira; É uma rosa desalmada, Minha rosa perfumada Ó! Rosa cabeleireira.