Portuguese poem
Quero-mana
by João Simões Lopes Neto (1865–1916)
Tão bela flor digo agora, Tão bela flor quero-mana.
Que passarinho é aquele Que está na flor da banana, Co'o biquinho dá-lhe, dá-lhe, Co'as asinhas, quero-mana!
Tão bela flor digo agora, Tão bela flor quero-mana. Quando eu ando neste fado, A própria sombra m'engana.
Tão bela flor quero-mana, As barras do dia aí vêm. Os galos já estão cantando, Os passarinhos também.