Versos Portuguese Lord Byron É a hora em que d’entre as ramagens

Portuguese poem

É a hora em que d’entre as ramagens

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É a hora em que d’entre as ramagens Rouxinóes cantão nenias sentidas; É a hora em que juras de amores Serão doces nas vozes tremidas,

E auras brandas e as agoas visinhas Murmurião no ouvido silente; Cada flor â noitinha de leve Com o orvalho se inclina tremente;

E se encontrão nos céos as estrellas, Sâo as agoas d’azul mais escuro, Tem mais negras as côres as folhas, Desse escuro o céo vai-se envolvendo Docemente tão negro e tão puro Que o dia acompanha — nas nuvens morrendo, Qual finda o crepusculo — a lua nascendo.