Portuguese poem
+Cxxv.+
Para o Ceo crystallino alevantado Com lagrimas os olhos piedosos; Os olhos, porque as mãos lhe estava atando Hum dos duros ministros rigorosos: E despois nos meninos attentando, Que taõ queridos tinha, e taõ mimosos, Cuja orphandade como mãi temia, Para o avô cruel assi dizia: