Portuguese poem
Lxiii
Nas mãos da noite desmaiára a tarde; Descem ao valle as sombras vergonhosas; Noite que o céu, por mofa ou por alarde, Torna propicia ás almas venturosas. O derradeiro olhar frio e covarde E umas não sei que strophes lamentosas Solta o poeta, emquanto a triste Elvira, Viuva antes de noiva, em vão suspira!