Versos Portuguese Manuel Maria Barbosa du Bocage Xxviii

Portuguese poem

Xxviii

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Uma noute o Scopezzi mui contente (Depois de borrifar a sacra espada Que traz da rubra fita pendurada Com cuspo, e vinho, que vomita quente:)

Conversava co'a esposa em voz tremente Sobre a grande ventura inesperada De ser a sua Placida adorada Por um Marquez tão rico, e tão potente;

A velha lhe replica: «Isso é verdade; Em quanto moça fôr, nunca o dinheiro Faltará n'esta casa em quantidade.

«Mas tu sempre és o tafulão primeiro; Pois tendo cabrão sido n'outra edade, És agora o maior alcoviteiro!»