Portuguese poem
A Bigorna
by Rudyard Kipling (1865–1936)
A Inglaterra sobre a bigorna - ouça o martelo - Ressoando de Severn até o Tino Nunca foi um ferreiro como nosso rei normando Que martelou, martelou, martelou a Inglaterra em linha!
A Inglaterra sobre a bigorna! Golpes fortes! (Mas o trabalho ficará maravilhoso quando terminar.) Pequenos pedaços de Reinos não podem resistir à morte. A Inglaterra sendo martelada, em um martelar!
Haverá um único povo - servindo a um único Senhor - (Nem Sacerdote, nem Barão escapará!) Deverá haver um único discurso e lei, alma, força e espada. A Inglaterra sendo martelada, e martelada se formará!