Portuguese poem
O culto do chá
by Venceslau de Morais (1854–1929)
“Quando nasce o sol radioso Por cima d'aquelle oiteiro, Todas as aguas do rio Parecem mesmo um brazeiro! . . .
"N’estas aguas do rio d'Uji — Taö milagrosas que são! — Lavam-se todos os males De que soffre o coração. .
“N'estas aguas do rio d'Uji, — Tão milagrosas que são ! — Lavam-se todos os males De que soffre o coração . . .