Portuguese poem
Branca
by Alberto Pimentel (1849–1925)
Vem sempre lindo o sol depois de noite escura... Auxilio sempre tem, quem chora aos pés da cruz. Espera, minha Branca, após a desventura O dia hade sorrir... O ceu hade ter luz...
Eu sou o gran d'areia em revolto oceano... Do teu olhar o fogo erguer-me póde só. O amor, o amor é vida... O mais é tudo engano, O mais é tudo sombra... o mais é tudo pó...