Portuguese poem
_Mors Liberatrix_
Na tua mão, sombrio cavalleiro, Cavalleiro vestido de armas prêtas, Brilha uma espada, feita de comêtas, Que rasga a escuridão, como um luzeiro.
Caminhas no teu curso aventureiro, Todo involto na noite que projectas... Só o gladio de luz com fulvas bétas Emerge do sinistro nevoeiro.
--«Se esta espada que empunho é coruscante, (Responde o negro cavalleiro-andante) É porque esta é a espada da Verdade.
Firo, mas salvo... Prostro e desbarato, Mas consólo... Subverto, mas resgato... E, sendo a Morte, sou a Liberdade.»