Portuguese poem
Vii
Oh! consente-me num somno Dormido ao terno embalar Da poesia que se evola Do teu mimoso afagar!
No calor do teu regaço Que sonhos devêra ter! Nos braços de huris, de fadas Mais gôzo não pode haver!
Versos Portuguese António Florêncio Ferreira Vii
Portuguese poem
Oh! consente-me num somno Dormido ao terno embalar Da poesia que se evola Do teu mimoso afagar!
No calor do teu regaço Que sonhos devêra ter! Nos braços de huris, de fadas Mais gôzo não pode haver!