Portuguese poem
Ix
Deixa-me num fragil barco Nas vagas de iroso mar, Uma vez que nellas ouça, Mesmo ao longe, o teu cantar!
Lancem-me na horrenda chamma Da cratera d'um vulcão, Uma vez que assim o indique Tua nivea, linda mão!
O morrer por ti é vida; Que importa viver sem ti?... Nem sequer um ai sonhaste, Quando em tantos me exhaurí!