Versos Portuguese António Florêncio Ferreira Iii

Portuguese poem

Iii

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Dizer que Deus dá Castigos Eternos, que não têm fim, É a maior das blasphemias, Heresia, quanto a mim...

Se os homens, por maus que sejam, Tal não podem legislar, Porque a Morte aos criminosos Vem da pena libertar,

Querer que Deus os exceda No rancor e na secura É de embrenhar nosso espirito Nuns abysmos de amargura!