Portuguese poem
Xvi
Meu Amor, estás dormindo, Não te quero despertar... Ha de ser devagarinho Que trovas te vou soltar.
De musgo, lirios e rosas Uma cama irei fazer; De jasmins e de saudades O travesseiro ha de ser.
Quero que vejas nos sonhos, Lindos, bellos, perfumados, Os meus olhos, da vigilia, Tristes, languidos, magoados...