Versos Portuguese António Florêncio Ferreira Xviii

Portuguese poem

Xviii

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Sinto por vezes morderem-me Remorsos...--visão pungente! Ditoso de quem for justo! Feliz do que não os sente!

Mas nunca tive nem odios, Nem invejas, nem rancores! Remorso é de arrependidos, Do inferno aquelles horrores!