Versos Portuguese António Pereira Nobre Vi

Portuguese poem

Vi

by (1867–1900)

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Luar de Lisboa! aonde o ha egual no Mundo? Lembra leite a escorrer de tetas nuas! Luar assim tão meigo, tão profundo, Como a cair d'um céo cheio de luas! Não deixo de o beber nem um segundo, Mal o vejo apontar por essas ruas... Pregoeiro gentil lá grita a espaços: «Vae alta a lua!» de Soares de Passos.