Portuguese poem
Vii
by António Pereira Nobre (1867–1900)
Formoza Cintra, onde, alto, as aguias pairam, Cintra das solidões! beijo da Terra! Cintra dos noivos, que ao luar desvairam, Que vão fazer o seu ninho na serra; Cintra do Mar! Cintra de Lord Byron, Meu nobre camarada de Inglaterra! Cintra dos Moiros com os seus adarves, E, ao longe, em frente, o Reyno dos Algarves!