Portuguese poem
V
by Augusto de Oliveira Cardoso Fonseca
E, qual mimosa flor desabrochada Que cuidadoso trata o jardineiro Por aspero tufão sendo açoutada Barbaramente, perde a côr e o cheiro, E sobre a tenra haste já quebrada Vai definhando, e morre no canteiro; Assim as creancinhas, que perdidas Das mães estavam, eram consumidas.