Versos Portuguese Augusto de Oliveira Cardoso Fonseca Vii

Portuguese poem

Vii

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Que perversos instinctos, vis, horriveis Alimentavam peitos tão malvados!... Esses torpes facinoras, temiveis, Dos negros calabouços escapados; Do infortunio ás vozes insensiveis, Sem dó nem compaixão dos desgraçados, Que attonitos nas ruas encontravam, Os mais horrendos crimes practicavam.