Portuguese poem
Xii
by Augusto de Oliveira Cardoso Fonseca
Salve, MARQUEZ, a quem Pombal foi berço, Mais tarde exilio, tumulo na morte! Do sepulchro em que ha tanto estás immerso Julgo ver-te surgir altivo e forte: E, Portugal mostrando ao universo, Dizeres:--«Eil-a! A patria... foi meu norte; Hoje, reliquia de passadas glorias, Como outr'ora não conta já victorias!»