Portuguese poem
11 (Tanto Sangue pello campo)
by Bandarra (1500–1556)
Tanto Sangue pello campo E tanto morrer na rua, Tantos deixaõ vida sua Por guardar o nome Santo, Nem da mulher o manto Terà respeito ou favor, Jà nenhum lhe tem amor A essa profanna vaidade, Quando virem a Cidade Posta no maior horror.