Poet
Bandarra
1500–1556
Portuguese
- 10 (Em todas reste tuida)
- 10 (Todo o mundo grita, e…)
- 11 (Quando furo com a Suvella)
- 11 (Tanto Sangue pello campo)
- 12 (Eu tenho medo da morte)
- 12 (Jà de França serà farto)
- 13 (Annos hãode vir à terra)
- 13 (Com Sangue, Boubo, e Deshonra)
- 14 (Era taõbem logo chega)
- 14 (Sempre como os meos feijoens)
- 15 (Quem destruir os do Norte)
- 15 (Sou Sapateiro, mas Nobre)
- 16 (O (A) que ponho às…)
- 16 (Veremos o mar vermelho)
- 17 (Em Cassilhas a Bandeira)
- 17 (Quando a terra dos Falcoens)
- 18 (De hum brazeiro mui acezo)
- 18 (O Moiro, Turco, Francez)
- 19 (Nenhum remedio lhe sinto)
- 19 (O Carro que vai chiando)
- 2 (Pareceme que crescia)
- 2 (Sempre mandei escrever)
- 20 (A Hortela na Panella)
- 20 (Sonhei que via vencer)
- 21 (Hespanha muito medroza)
- 21 (Sonhei que o Sacramento)
- 22 (As linhas com que cozia)
- 22 (Por humgrande oppozitor)
- 23 (Na era que eu tenho…)
- 23 (Por mil, e duzentos annos)
- 24 (Este Rey de Deos guardado)
- 24 (Naõ pode haver couza boa)
- 25 (Quando o Leaõ Hispanhol)
- 25 (Sonhei que via descer)
- 26 (Quando a neve como braza)
- 26 (Taõbem a Lua correndo)
- 27 (Em hum lugar mais ameno)
- 27 (Quantos destes vaõ roubando)
- 28 (Morem, e ficaõ Catholicos)
- 28 (Sempre vem de monte, a…)
- 29 (Nenhum vemidio se sente)
- 29 (Quando tiverem por certo)
- 3 (Nas Trovas que tinha feito)
- 3 (Negra, e amolatáda)
- 30 (Nas armas pèga a mulher)
- 30 (Vejo vir pello mar largo)
- 31 (Contra graõ Senhor se ergue)
- 31 (Quando me matar S. Jorge)
- 32 (Os pez da minha trepéça)
- 32 (Perde Braga, vence o Porto)
- 33 (Naõ podeis fazer queixume)
- 33 (Viva o grande Portugal)
- 34 (E todo o mundo sugeito)
- 34 (Vejo a grifa parideira)
- 35 (Em humildade, e esperança)
- 35 (Vejo o Leão, e a…)
- 36 (Já vejo grande mofina)
- 36 (Portugal fica mais nobre)
- 37 (Dois descendentes que traz)
- 37 (Vejo a Lua ensanguentada)
- 38 (Là vem por sima do…)
- 38 (O Pastor mór cedo falta)
- 39 (Vijo pedras ajuntar)
- 4 (Parecia a meo ver)
- 4 (Sempre por thezoiras faço)
- 40 (Vejo pello meo Telhado)
- 41 (Vejo o Almocreve tomar)
- 42 (Là donde o Sol vem…)
- 43 (O primeiro depois do quinto)
- 44 (Vejo sahir as Gaivotas)
- 45 (Sonho que rebentaõ fontes)
- 46 (Naõ canta o Gallo com…)
- 5 (Eu naõ sou Profeta inteiro)
- 5 (Taõbem sonhei que a nuvem)
- 6 (Em sonhos vi grande armáda)
- 6 (O Sol pello meio dia)
- 7 (Huma grande tempestade)
- 7 (Pella terra veio entrando)
- 8 (A minha trepeça tem)
- 8 (Parece que estou ouvindo)
- 8 (Vejo, mas não sei se…)
- 9 (Formas, cabos, e sovelas)
- 9 (Poucos tempos paçaraõ)
- 9 (Quem muitos annos durar)
- Andre — LXIV (I vos, Pastor, mui embora)
- Andre — XXIX (Esta he a vacca, Fernando)
- Aos Verdadeiros Portuguezes Devotos do Encuberto
- Fernando — LIV (Os bailos são acabados)
- Fernando — LV (Se algo lhe quereis dar)
- Fernando — LXIX (Portugal he nome inteiro)
- Fernando — LXVI (Não te queiras mais deter)
- Fernando — LXVII (Em os campos de Tropé)
- Fernando — LXVIII (Forte nome he Portugal)
- Fernando — LXX (Portugal tem a bandeira)
- Fernando — LXXI (Este Rei tem tal nobreza)
- Fernando — LXXII (Este Rei tao excellente)
- Fernando — LXXIII (Serão os Reis concorrentes)
- Fernando — LXXIV (Commendadores, Prelados)
- Fernando — LXXIX (Passará, e dará boccado)
- Fernando — LXXV (Ja o Leaõ he experto)
- Fernando — LXXVI (Uma porta se abrirá)
- Fernando — LXXVII (A lua dará grão baixa)
- Fernando — LXXVIII (Um grão Leão se ergerá)
- Fernando — LXXX (De perdões, e orações)
- Fernando — LXXXI (Entrara com dous pendões)
- Fernando — LXXXIX (Naõ acho ser deteudo)
- Fernando — LXXXV (Tomará com seu poder)
- Fernando — LXXXVI (E depois da Embaixada)
- Fernando — LXXXVII (Ja o tempo desejado)
- Fernando — LXXXVIII (Saia, saia esse Infante)
- Fernando — XC (Naõ tema o Turco, naõ)
- Fernando — XCI (Em que venhão mais, e…)
- Fernando — XCII (As chagas do Redemptor)
- Fernando — XCIII (As armas, e o pendão)
- Figuras do Sonho — XXV (Virá o Grande Pastor)
- Figuras do Sonho — XXVI (E depois um Estrangeiro)
- Fim da quarta parte
- Fim da quinta parte
- Fraim — LXXXII (Dizei, Senhor, poderemos)
- Garcia — LIII (Ja matarão o grão Pastor)
- Introducção — I (Em vos que haveis de…)
- Introducção — II (Inda o tronco está por…)
- Introducção — III (Fiz Trovas de ferro, e…)
- Introducção — IV (Naõ conto çapatarias)
- Introducção — V (A giesta naõ se trosse)
- Introducção — VI (Faço Trovas muito inteiras)
- Introducção — VII (Eu componho, mas naõ ponho)
- João — LVII (Tambem Pedro, por quem procuro)
- João — LXV (Poraqui vos sahireis)
- Judeos — LXXXIII (Dar lhe hamos grande thesouro)
- Parte — I (Levanteime muito cedo)
- Parte — II (Vão todos como forçados)
- Parte — III (Furo co'a minha sovéla)
- Parte — IV (Vejo a terra dezerta)
- Parte — IX (Estão muitos páos armados)
- Parte — V (Vejo a guerra na paz)
- Parte — VI (Entre montes muito altos)
- Parte — VII (Arranha me o gato? sape)
- Parte — VIII (Com o trinchete aparo a…)
- Parte — X (Com o cerol encero o…)
- Parte — XI (Quando falho aos meus fregueses)
- Parte — XII (Vejo posta toda a gente)
- Parte — XIII (Trabalha todo o sandeo)
- Parte — XIV (O pobre morrendo á mingua)
- Parte — XIX (O povo suspira, e brama)
- Parte — XV (Vou botando o meu remendo)
- Parte — XVI (Nove letras tem o nome)
- Parte — XVII (Na era de dous, e…)
- Parte — XVIII (Haverá tantos trabalhos)
- Parte — XX (Vejo por entre dous cabos)
- Parte — XXI (Ja na carreira primeira)
- Parte — XXII (Dará a serpe tal Brado)
- Parte — XXIII (Deixa os filhos mui depressa)
- Parte — XXIV (Subo me a o meu…)
- Parte — XXV (Abre se a porta do…)
- Pastor Mor — L (Tambem ficão umas ladeiras)
- Pastor Mor — LI (A quellas serras erguidas)
- Pastor Mor — LII (A quelle valle de alem)
- Pastor Mor — LIX (Ao redor da grão cabana)
- Pastor Mor — LVIII (Pois va o elle cercar)
- Pastor Mor — LX (Quem mete ao estrangeiro)
- Pastor Mor — LXII (He porque te hei requerido)
- Pastor Mor — LXIII (Tu me has sido revel)
- Pastor Mor — XL (Andre baile com Paschoala)
- Pastor Mor — XLI (Sempre foi mui agoureira)
- Pastor Mor — XLII (Ha de ser mui de…)
- Pastor Mor — XLIII (Sus! antes de mais estremos)
- Pastor Mor — XLIV (João, o bom Ovelheiro)
- Pastor Mor — XLIX (Ainda fica mais, e mais)
- Pastor Mor — XLV (Sempre foi bom guardador)
- Pastor Mor — XLVI (Por não ficar em olvido)
- Pastor Mor — XLVII (Pois he de alta valia)
- Pastor Mor — XXX (Ajunte se o vaccum)
- Pastor Mor — XXXII (Oh! que dor do coração)
- Pastor Mor — XXXIII (Seus filhos devemos criar)
- Pastor Mor — XXXIV (Por honra de tal memoria)
- Pastor Mor — XXXIX (E Pedro, que he mais…)
- Pastor Mor — XXXV (Pois se cumpre a figura)
- Pastor Mor — XXXVI (Tanja se a frauta maior)
- Pastor Mor — XXXVII (Tudo nos he sufraganho)
- Pastor Mor — XXXVIII (Fernando tanja a guitarra)
- Pedro — LVI (Tambem la naquella altura)
- Pedro — XXXI (Todo ja tendes contado)
- Quarta parte das Trovas de Bandarra — 1 (Os tempos com crueldade)
- Quarta parte das Trovas de Bandarra — 10 (Haverà novos sinaes)
- Quarta parte das Trovas de Bandarra — 11 (Tornarà a quebràda linha)
- Quarta parte das Trovas de Bandarra — 12 (Sem pena que damno faça)
- Quarta parte das Trovas de Bandarra — 13 (Tornarei a recolher)
- Quarta parte das Trovas de Bandarra — 14 (Entaõ não me mudarei)
- Quarta parte das Trovas de Bandarra — 15 (Haverà em triste Cidade)
- Quarta parte das Trovas de Bandarra — 16 (De longas terras virão)
- Quarta parte das Trovas de Bandarra — 17 (Serão à força da espada)
- Quarta parte das Trovas de Bandarra — 18 (Na era de quarenta, é…)
- Quarta parte das Trovas de Bandarra — 19 (O nosso Christianismo)
- Quarta parte das Trovas de Bandarra — 2 (Virà gozando de paz)
- Quarta parte das Trovas de Bandarra — 20 (Fazemos dos dias noites)
- Quarta parte das Trovas de Bandarra — 21 (Espantozos movimentos)
- Quarta parte das Trovas de Bandarra — 22 (Não haverà em Hespanha)
- Quarta parte das Trovas de Bandarra — 23 (Todos os lugares planos)
- Quarta parte das Trovas de Bandarra — 24 (As Serras se habitarão)