Portuguese poem
Fernando — LXXXIX (Naõ acho ser deteudo)
by Bandarra (1500–1556)
Naõ acho ser deteudo O agudo, Sendo elle o instrumento, Naõ acho, segundo sento O Excellento Ser falso no seu Escudo. Mas acho, que o Lanudo Mui sezudo, Que arrepellará o gato, E far lhe ha murar o rato, De seu fato Leixando o todo desnudo.
More by Bandarra
- Fernando — LXXVII (A lua dará grão baixa)
- Fernando — LXXVIII (Um grão Leão se ergerá)
- Fernando — LXXX (De perdões, e orações)
- Fernando — LXXXI (Entrara com dous pendões)
- Fernando — LXXXV (Tomará com seu poder)
- Fernando — LXXXVI (E depois da Embaixada)
- Fernando — LXXXVII (Ja o tempo desejado)
- Fernando — LXXXVIII (Saia, saia esse Infante)