Portuguese poem
4 (Sempre por thezoiras faço)
by Bandarra (1500–1556)
Sempre por thezoiras faço As minhas contas mui certas, Portas que hão de estar abertas Não são boas para o paço.
Versos Portuguese Bandarra 4 (Sempre por thezoiras faço)
Portuguese poem
by Bandarra (1500–1556)
Sempre por thezoiras faço As minhas contas mui certas, Portas que hão de estar abertas Não são boas para o paço.