Portuguese poem
19 (Nenhum remedio lhe sinto)
by Bandarra (1500–1556)
Nenhum remedio lhe sinto O Naõ vireá melhor fôra, Venha sem em boa hora Quem ao lobo faminto, Lhe ponha em sangue tinto Por essas ruàs no chaõ, Bandeiras em confucaõ Flores, Barretes, e Capas Deste bom Rey nada escapa, Viva o Graõ Sebastaõ.