Versos Portuguese Bocage Uma noute o Scopezzi mui contente

Portuguese poem

Uma noute o Scopezzi mui contente

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Uma noite o Scopezzi mui contente (Depois de borrifar a sacra espada Que traz de rubra fita pendurada Com cuspo, e vinho, que vomita quente):

Conversava co'a esposa em voz tremente Sobre a grande ventura inesperada De ser a sua Plácida adorada Por um Marquês tão rico, e tão potente:

A velha lhe replica: Isso é verdade; Enquanto moça for, nunca o dinheiro Faltará nesta casa em quantidade.

"Mas tu sempre és o tafulão primeiro: Pois tendo cabrão sido noutra idade, És agora o maior alcoviteiro!"