Portuguese poem
Lucrécias
by Bruno Seabra (1837–1876)
Qual cede um batel sem leme Do mar e vento aos furores, Sem força levar-me deixo De uma torrente de amores. Amor de Ovídio, de A. F. de Castilho
Versos Portuguese Bruno Seabra Lucrécias
Portuguese poem
by Bruno Seabra (1837–1876)
Qual cede um batel sem leme Do mar e vento aos furores, Sem força levar-me deixo De uma torrente de amores. Amor de Ovídio, de A. F. de Castilho