Portuguese poem
Xxvi
As ondas rugem; noite e dia, atroam; Batem, com furia, nos bojudos cascos; D'azas abertas, para os seus penhascos, Corvos marinhos, crocitando voam.
Versos Portuguese Fernandes Costa Xxvi
Portuguese poem
As ondas rugem; noite e dia, atroam; Batem, com furia, nos bojudos cascos; D'azas abertas, para os seus penhascos, Corvos marinhos, crocitando voam.