Portuguese poem
Xxviii
Depois a calma, a infinda quietação! Negro aviso de morte ingloria e lenta, N'um mar de chumbo, sepulchral mansão, Que obriga a ter saudades da tormenta!
Versos Portuguese Fernandes Costa Xxviii
Portuguese poem
Depois a calma, a infinda quietação! Negro aviso de morte ingloria e lenta, N'um mar de chumbo, sepulchral mansão, Que obriga a ter saudades da tormenta!