Versos Portuguese Fernando Pessoa João, Infante de Portugal

Portuguese poem

João, Infante de Portugal

by (1888–1935)

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Não fui alguem. Minha alma estava estreita Entre tam grandes almas minhas pares, Inutilmente eleita, Virgemmente parada;

Porque é do portuguez, pae de amplos mares, Querer, poder só isto: O inteiro mar, ou a orla vã desfeita — O todo, ou o seu nada.