Portuguese poem
Ingleses na Costa
by França Júnior (1838–1890)
Sonhei que Ieda vieste Junto a meu leito cantar, Um canto que me dizia: Bardo, não sabes amar.
Credo in Dio Signor dell’Universo
Parigi o ó cara lascieremo La vita uniti percorreremo...
Félix – Ah! L’amor, l’amor ond’ardo, Le favelli in mio favor.
Félix (De dentro cantando.) – Ah! Che la morte ognora È tarda n’el venir...
Madre infelice Corro a salvar-te...
Silveira – Viva a bela Providência Que o céu nos deparou, Viva o anjo tutelar Que o almoço nos pagou.
Lulu – Nada têm que agradecer-me Eu olho para o porvir, Da vossa algibeira um dia O almoço há de sair.
Félix (Cantando dentro.) – La donna é mobile Qual pouima alvento...
Se algum inglês se ofendeu, Com o autor não encavaque O autor só se refere - aos Ingleses de Balzac.