Portuguese poem
Xxxix
by Guilherme Avelino Chave de Azevedo
Archanjo vae-te embora: é tarde: em nossas casas Talvez alguem se afflija; é tão deserta a rua!... Tu deves sentir frio! Embuça-te nas asas; Dá saudades á lua.
Um beijo em cada estrella!... Espera que eu sou louco! Sonhei devo pagar: perdão anjo dos céos! Agora tem cuidado; o céo escorrega um pouco: Boas noites adeus!