Portuguese poem
Vii
by Guilherme Braga (1845–1874)
*Remeniscencias da canção dum proscripto*
Disse, e a bella hespanhola, anciando de surpreza, Ia a lançar-lhe ao hombro as encruzadas mãos, Quando julgou ouvir, d'emtorno á lauta meza, Vibrarem mil clarins ao som da Marselheza, E erguer-se um grito ardente: «Ás armas, cidadãos!»
Loucuras da hespanhola, Que uma vez, n'um café da Andaluzia, Tinha ouvido soltar-se aquelle grito Dos labios d'um francez, moço e proscripto, Que depois de cantar pedia esmola...