Portuguese poem
Os jardins — Fim do Canto Quarto
by Jacques Delille (1738–1813)
Assumpto amavel, que tentou Virgilio, etc.
(Pag. 5. vers. 20.)
De Alcino o luxo, o gosto, ainda rude, Punha a curto Vergel módico enfeite, etc.
(Ibid. vers. 22.)
Eis com arte maior, mais sumptuosa Jardins nos ares Babylonia ostenta.
(Ibid. vers. 24.)
Os Latinos Heróes, de Marte os Filhos, Depois que Roma agrilhoava o Mundo, Davão repouso ameno á gloria, ao raio Em frescos hortos, que a victoria ornára.
(Pag. 9. vers. 1.)
Belœil, a hum tempo Campestre, apparatoso, etc.
Belœil, foi huma casa de recreio, ou quinta, do Principe de Ligne.
(Ibid. vers. 8.)
O amavel Tivoli, de fórma estranha Á França descobrio ténue modélo.
(Ibid. vers. 10.)
Montreuil as Graças desenhárão rindo, etc.
Montreuil era hum bellissimo Jardim da Princeza de Guimené, na estrada de Paris a Versailles.
(Ibid. vers. 11.)
Maupertuis, le Desert, com que alegria, Rincy, Limours, etc.
Le Desert. Este Jardim foi desenhado com muita graça por Monville.
Rincy. Este lindo Jardim foi do Duque de Orleans.
Limours. Este lugar, naturalmente inculto, foi mui aformoseado pela Condessa de Brionne, e perdeo parte da aspereza sem perder o caracter.
(Ibid. vers. 16.)
E parecido Comtigo Trianon, Deosa, que o reges, etc.
(Ibid. vers. 20.)
Grato asylo d'hum Principe adoravel, Tu, cujo nome de apoucada idéa, etc.
(Pag. 29. vers. 8.)
A arte os prometta, os olhos os esperem: Dá quem promette, quem espera goza.
(Ibid. vers. 30.)
Entre Kent, e le Notre eu não decido, etc.
Kent, Architecto, e famoso Desenhador em Inglaterra, foi o primeiro que tentou felizmente o genero livre, que principia a lavrar por toda Europa. Os Chinezes são sem dùvida seus inventores.
(Pag. 33. vers. 34.)
Attenta em Milton, etc.