Portuguese poem
Os queixos caem de pasmo
by João Simões Lopes Neto (1865–1916)
Os queixos caem de pasmo, Os narizes enrubecem, Gordas bochechas descem, Os queixos caem de pasmo... Quantas mil coisas tecem O riso, o medo, o sarcasmo... Os queixos caem de pasmo, Os narizes enrubecem.
Que fachada a facha fez Em face da face nossa... Que funda, que funda nossa, Que fachada a facha fez! E tu, oh! Povo que lês, Proclama do brilho a bossa Que fachada a facha fez Em face da face nossa...
Un... deux... trois... passez! Música, vivas, beijocas, Saltaram como pipocas!... Un... deux... trois... Passez! Escancararam-se as bocas! En avant et... balancez! Un... deux... trois... Passez! Músicas, vivas, beijocas!
Aperta a rosca Felipe, Não deixa escapar o fio: Não consente nem um pio: Aperta a rosca Felipe! Se ouvires qualquer um SCIO! Vai pelo teu palpite, Aperta a rosca Felipe, Não deixa escapar o fio...