Portuguese poem
Assim
by Lima Barreto (1881–1922)
Elle dira, lisant ces vers tout remplis d′elle: «Quelle done cette femme?» et ne comprandra pas. Felix Arvers.
Sonnet celébre.
Esta flor, que me encanta e me seduz, Tem um que de etherea e de divina, Naquelle todo de ethica mui franzina Que ás vezes ao delirio me conduz.
Amo-a como os crentes amão Jesus Tenho por ella a fé que me illumina Ella é meu norte, a estrella matutina, Que ao turvo céo da minha vida impuz.
Vel-a, apraz-me, assim desta maneira Da rosea cor vestida toda inteira Modulando da sua voz, o harpejo.
Adoro aquelle seu fallar de arminho; E nos seus cabellos meu olhar faz ninho Quando penteada de bandós a vejo.