Portuguese poem
+Cxix.+
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Tu só, tu puro Amor, com força crua, Que os corações humanos tanto obriga, Déste causa á molesta morte sua, Como se fora perfida inimiga. Se dizem, fero Amor, que a sede tua, Nem com lagrimas tristes se mitiga, He porque queres aspero, e tyrano, Tuas aras banhar em sangue humano.
Also available with a spoken translation into English in the reader.