Portuguese poem
+Cxx.+
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Estavas, linda Ignez, posta em socego, De teus annos colhendo doce fruto, Naquelle engano da alma, lédo, e cego, Que a fortuna naõ deixa durar muito; Nos saudosos campos do Mondego, De teus formosos olhos nunca enxuto, Aos montes ensinando, e ás hervinhas, O nome que no peito escripto tinhas.
Also available with a spoken translation into English in the reader.